Mostrar mensagens com a etiqueta Como Foi. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Como Foi. Mostrar todas as mensagens

21 novembro 2006

COMO FOI > Palestra "Alimentação Macrobiótica"

Decorreu, no passado dia 11 de Novembro, a palestra sobre Alimentação Macrobiótica, no Museu do Trajo de S. Brás de Alportel.
Ao longo de aproximadamente 2 horas, o palestrante convidado, Jacinto Vieira, apresentou alguns dos fundamentos desta dieta alimentar, que, não um fim mas sim um meio, constitui um caminho para um modo de vida mais saudável. Mais do que uma alimentação, a Macrobiótica representa uma filosofia de vida, composta, entre outras coisas, por um estilo de vida mais dinâmico, e com maior proximidade da Natureza.
Após este evento, os cerca de 20 participantes ficaram mais esclarecidos quanto às práticas alimentares do regime Macrobiótico, abrindo novos horizontes em termos de opções alimentares.
Ao Museu do Trajo de S. Brás de Alportel e a Jacinto Vieira, a Al-Portel deseja expressar o seu agradecimento.


(clique nas imagens para ampliar)

12 outubro 2006

COMO FOI > Passeio ao Vale das Mealhas

No passado dia 24 de Setembro cerca de 35 pessoas juntaram-se para mais um passeio pedestre da Al-Portel. Com a 'missão' de desvendar os mistérios de São Brás de Alportel os participantes encaminharam-se para o Vale das Mealhas, local de valor inegável não só ambiental mas também patrimonial.
De facto, todo este vale constituí uma arqueo-paisagem com ocupação humana desde tempos pré-históricos. Vários vestígios arqueologicos foram aqui encontrados, dos quais salientamos a Várzea do Moirato (controversa quanto à sua localização dentro do Vae) e o troço de Calçada que existe no Bengado, possível secção da Calçada que em tempos de domínio romano ligaria Tavira a Loulé.
Também em termos paisagísticos e ambientais este Vale é muito interessante. Zona de transição entre o Barrocal e a Serra, de imediato é percecptível a diferença do solo face a outros locais de São Brás de Alportel. Solo argiloso quanto baste, esta zona (que se estende até Sta. Catarina da Fonte do Bispo) é também conhecida pela sua produção de cerâmica (telhas, ladrilhos) que abasteciam a região circundante. A água representa aqui um valor de máxima importância. Efectivamente as características geológicas permitem que as águas se acumulem neste vale, não só pelo relevo acentuado a norte, mas também pela existência de cavidades no subsolo.
A conjugação destes factores favoreceu a ocupação humana. A existência de água, as características do solo e a morfologia do terreno beneficiaram a práctica de actividades agrícolas ao longo dos tempos. Além dos vestígios arqueológicos ja referidos, esta ocupação é perceptível pelas inúmeras construções relacionadas com a captação de água do subsolo, nomeadamente noras e tanques. Mais perto do sítio do Bengado, encontra-se uma ruína do que foi um casal agrícola, na qual ainda se percebe as várias divisões e anexos da casa de habitação.
Foi desvendando estes mistérios que se chegou à Fonte da Bica, local ideal para saciar a sede, não fosse o senão de estar interdita por não reunir as condições mínimas para ser consumida. Certamente uma situação a rever se queremos que o nosso concelho proporcione uma oferta de melhor qualidade aos turistas, não só os do estrangeiro mas também aos 'turistas' do nosso concelho.
Desta forma terminou o nosso passeio, que também assinalou o Dia Mundial do Coração numa parceria com a Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, através da Campanha 'AGITA Portugal - Pela sua saúde mexa-se'.

(clique nas imagens para ampliar)